domingo, 1 de novembro de 2026

American Horror Story 13 - O Retorno de Coven


 Rever as bruxas de Coven foi uma das melhores partes dessa temporada. E Madison Montgomery continua sendo um espetáculo à parte! É impressionante como ela consegue roubar a cena com seu sarcasmo e sua personalidade insuportável. Mas confesso que esperava mais da nossa Suprema. Depois de tudo que vimos na terceira temporada, parece que deram uma bela nerfada nela.


Também senti falta de aproveitar melhor os reencontros. Alguns personagens antigos apareceram tão rapidamente que fiquei com a sensação de que estavam ali apenas para agradar aos fãs.



Agora, preciso falar do Anticristo: gostei muito do arco dele! A construção do personagem, sua relação com o destino que parecia já estar traçado e toda a atmosfera em torno de sua existência foram um dos pontos altos para mim. Foi muito interessante revisitar essa parte da mitologia da série. Só achei que a corrida contra o tempo para salvar o mundo novamente acabou deixando algumas histórias pelo caminho, com pontas soltas que mereciam um desfecho melhor.


E fiquei pensando: será que Coven foi tão especial justamente por não precisar se conectar com todo o resto? Naquela temporada, tivemos tempo para conhecer as bruxas, acompanhar suas rivalidades e realmente criar carinho por elas. Talvez o excesso de conexões e referências tenha tirado um pouco desse espaço.



Gosto quando American Horror Story brinca com seu próprio universo, mas nem tudo precisa terminar com o fim do mundo. Às vezes, uma boa história e personagens bem construídos já são suficientes.


E vocês, também acham que Coven continua sendo uma das melhores temporadas da série?

domingo, 25 de outubro de 2026

E se as distopias não fossem tão distantes assim?


De Jogos Vorazes a 1984, a ficção talvez tenha mais a dizer
sobre nossas eleições do que imaginamos.


Eu gosto de distopias porque elas fazem a gente olhar para a sociedade de outro jeito. Mas, às vezes, fico pensando se precisamos imaginar um futuro terrível para perceber problemas que já existem no presente.


Em Jogos Vorazes, a Capital concentra a riqueza enquanto os distritos trabalham para sustentar o sistema. Em 1984, Orwell mostra como controlar a informação pode significar controlar a maneira como as pessoas enxergam o mundo. Já em Admirável Mundo Novo, o entretenimento ajuda a manter a sociedade acomodada.



O que essas histórias têm a ver com nossas eleições?


Olhe para as redes sociais: notícias falsas, discursos inflamados e brigas entre quem defende políticos diferentes. Enquanto discutimos quem está certo, problemas como salários, transporte, emprego e custo de vida continuam afetando a classe trabalhadora.


Isso não significa que todos os políticos sejam iguais ou que exista uma conspiração por trás de tudo. Significa que precisamos questionar quem se beneficia dessas discussões e, principalmente, quais problemas deixam de receber atenção.




Em Divergente e O Conto da Aia, também encontramos sociedades que limitam as pessoas por meio de estruturas de poder. A ficção exagera, provoca e nos faz pensar — justamente por isso, vale olhar para além da história.


Não quero dizer em quem você deve votar ou qual lado deve defender. Quero propor algo mais simples: questione todos os lados, inclusive aquele com o qual você concorda.


Afinal, de que adianta vencer uma discussão política na internet se os problemas reais continuam esperando por soluções?


Será que estamos escolhendo conscientemente o rumo da sociedade ou apenas reagindo ao que políticos e algoritmos colocam diante de nós?

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

[Resenha] Old Boy Vol. 1 (Cap. 1 ao 9)


Ficha técnica:

Manga: Old Boy
Volume: #1 de #8
Paginas: 189
Ano: 1996
Mangaka: Garon Tsuchiya
Editora: Comix


Já imaginou ser preso por 10 anos e não fazer a menor ideia do motivo?

É assim que começamos a história desse mangá. Nosso protagonista está saindo de uma prisão particular onde foi mantido longe da sociedade durante todo esse tempo, tendo apenas uma televisão como fonte de informação sobre o que acontecia ao redor do mundo. E, é claro, com esse “tempo livre”, acabou aproveitando para treinar o corpo com alguns exercícios.

Só que passar tanto tempo preso fez com que ele esquecesse quem era e, principalmente, o que poderia ter feito para acabar naquela situação. É algo completamente surreal, não acha?



Depois de sair, ele vai até um bar em busca de comida e uma gelada e acaba conhecendo uma garota que trabalha lá. Até aí tudo bem, mas ela simplesmente o convida para dormir na casa dela.

Em um primeiro momento eu achei essa garota bem suspeita. Afinal, quem iria convidar um completo estranho, que acabou de sair de uma prisão e ainda está cheio de ferimentos de luta, para sua casa? Antes que você diga que é assim que duas pessoas se conhecem e começam um relacionamento, o problema é que eles nem sabem o nome um do outro!



De qualquer maneira, a história vai girar em torno do mistério de descobrir quem colocou o protagonista na prisão e por quê. Como ele não lembra nem mesmo do próprio nome, acaba sendo chamado de Yamachita provisoriamente, até recuperar sua memória.

A garota que o levou para casa também vai acabar se envolvendo romanticamente com ele, mas não espere algo muito meloso. O romance é mais casual e ela também acaba ajudando Yamachita a descobrir o que aconteceu com ele.

Uma coisa que me chamou atenção é que talvez já saibamos quem foi o responsável por sua prisão. Em determinado momento vemos alguém pagando outras pessoas para mantê-lo preso durante os dez anos e continuar vigiando seus passos depois de sua saída, mas suas intenções ainda são um mistério.



No geral, a história é bem fluida e essa investigação consegue prender bastante a atenção. Achei que algumas coisas aconteceram rápido demais, mas acredito que isso faça parte do ritmo da obra.

Além do mistério e do romance, também será interessante acompanhar Yamachita tentando começar uma nova vida, arrumar um emprego, ganhar dinheiro e descobrir quem ele realmente era antes de passar dez anos preso.

Resumindo...

Esse é um mangá que me surpreendeu bastante. Peguei por indicação de um amigo e acho que essa aparência mais “antiga” pode afastar alguns leitores que não costumam dar chance para obras clássicas.

Mas pode deixar esse preconceito de lado. A história é envolvente e faz você imaginar como seria estar no lugar do protagonista: passar dez anos preso sem saber o motivo e sair sem nem lembrar quem você é.

Agora quero descobrir onde essa história vai chegar.



sexta-feira, 10 de junho de 2022

Enfim, Ms Marvel

Fala pessoal!

Finalmente Ms Marvel estreou no universo cinematográfico da Marvel e com uma bela estreia meus amigos.

Eu, acredito que muitos de vocês também estavam receosos da mudança da origem dos poderes da Kamala terem sido alteradas para ela não ser mais inumana, porém, isso foi o que menos importou no primeiro episodio, onde conseguimos ver ela em sua total essência e se por um acaso você ainda não a conhece, bora lá:
Kamala Khan, é uma garota paquistanesa morando em Nova Jersey com sua família, ela adora criar fan fic dos seus heróis favoritos (gente como a gente), principalmente da Capitã Marvel, onde teve sua maior inspiração para ser uma heroína. Basicamente, ela nos mostra o seu dia a dia não apenas salvando o dia, mas com seus dramas familiares e amorosos. 

Ps: o gene inumano já tinha sido introduzido na serie Agents of S.H.I.E.L.D, na sua 2ª temporada, porém, a Marvel optou por não expandir isso para os seus filmes ainda... 

Segue o trailer da serie que encontra-se disponível no Disney Plus, com novos episódios todas as quartas.
 

Me conta ai o que está achando da serie.

domingo, 28 de fevereiro de 2021

O QUE EU FIZ EM FEVEREIRO/2021?

Manga:


Beelzebub?

Dragon Ball

Promissed Neverland




Serie:


Wanda Vision

High School Musical

Runaways



Filmes:


Clouds



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