sexta-feira, 31 de julho de 2020

[Resenha] Harry Potter e o Prisineiro de Azkaban


Ficha récnica:

Livro: O Prisioneiro de Azkaban
Serie: Harry Potter
Volume: #3 de #7
Paginas:
Ano: 2013
Autora: J. K. Rowling
Editora: Rocco



"Deixem-o dormir, porque nos sonhos entramos num mundo inteiramente nosso, deixem que flutue na mais alta nuvem ou que mergulhe no mais profundo oceano."


No terceiro ano de Harry em Hogwarts, as coisas podem estar mais perigosas do que nunca, nem digo por ele ter usado novamente magia na casa dos seus tios Dusley, não isso, ao que tudo indica, um prisioneiro que era um dos fieis servos de Voldemort fugiu de Azkaban, a prisão mais segura do mundo bruxo, e, ele tem apenas um único objetivo, matar o Harry...

Eu sei que isso pode soar um pouco agourento, até mesmo mais do que as previsões da sua professora de Advinhação – são hilárias por sinal. Porém, é um fato que Sirius Black está a solta e Harry corre perigo, mas ninguém conta para ele o motivo disso, apenas veremos uma preocupação exagerada, inclusive a escola vai estar rodeada de dementadores, seres cruéis e sem emoção, mas que serão necessários para a captura do prisioneiro.

E por falar em dementadores, eles parecem ter um gosto especial por Harry, toda vez que eles o encontram acabam sugando suas lembranças felizes e o deixando relembrar o seu passado, mais precisamente a morte dos seus pais. Ah, mas ele vai acabar aprendendo um feitiço muito bom para afastar eles, o feitiço do patrono, que nada mais é do que uma representação de luz de suas lembranças boas em forma de um animal.

Quem vai ensinar isso pra ele é o professor Remu Lupin, ou também conhecido como o melhor professor de defesa contra as artes das trevas, serio, ele está levando essa aula a outro nível trazendo diversas criaturas para a turma ver. Mas também devo ressaltar que ele tem um papel importante nesse livro, afinal, ele era um dos melhores amigos do pai do Harry, inclusive, descobriremos um pouco do passado dele em Hogwarts e talvez o motivo do Snape o odiar tanto.

Ah os marotos (Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas), queria muito um livro só deles!!!!


Rony e Hermione estão constantemente brigando nesse livro, já que o seu novo gato (Bichento) vive tentando matar o rato do Rony, é claro que são sem fundamento nenhum, porém, Rony acaba levando para o lado pessoal, e juntando ao fato que Mione está com muuuitas matérias esse semestre, ela acaba meio que ficando sozinha na maior parte do tempo... Mas relaxem, como sempre ela vai acabar sendo o grande destaque aqui também – sorry Harry.

Outra novidade é que os alunos do terceiro ano podem visitar o povoado de Hogsmedd onde podem encontrar de tudo por lá, desde doces na Dedos de Mel a infinitas brincadeiras na Zoncos, porém, Harry acabou não recebendo autozição dos seus tios para ir no passeio... Também teremos Hagrid como professor esse ano, ele vai ensinar Trato das Criaturas Magicas, inclusive na primeira aula que eles conhecem os hipogrifos, o Malfoy acaba sendo atacado por um – totalmente culpa dele, só pra constar – e isso vai acabar causando o maior burburinho no Ministério da Magia querendo a morte do animal.

No geral, acho que esses são os maiores acontecimentos do livro, além é claro das competições de quadribol, já que esse vai ser o último ano do Olivio Wood, o capitão da Grifinoria, eles irão fazer de tudo para ganhar o campeonato, mas adianto que vai ser bem difícil e teremos muitas tretas entre o Harry e o Malfoi, é claro.

Resumindo...

“Esse talvez tenha sido o melhor livro até agora, já era apaixonado pelo filme e adorei saber mais detalhes da trama, até mesmo coisas muito importantes como os Marotos, que acabam explicando várias pontas soltas. Uma coisa que me deixou bastante frustrado foi o primeiro encontro do Sirius com o Harry, aquilo foi bem direto para pensarmos algo bem especifico, ou seja, quando você ler vai saber que poderia ter sido diferente os diálogos, se ele queria mostrar seu ponto de vista. Por outro lado, adorei como foi explorado bastante coisas novas e inserindo personagens como o Cedrico Digory – conhecemos o pai dele no primeiro volume e ele estará bem presente no próximo. ”

terça-feira, 28 de julho de 2020

[Resenha] Homem de Gelo Vol.1 (Cap. #1 ao #6)


Ficha técnica:

Hq: Homem de Gelo
Volume: #1
Paginas: 22 cada edição.
Ano: 2017
Autor: Grace
Ilustrador: Vitti
Editora: Marvel Comics


"As vezes eu quero desaparecer. Deixar minha pele, esquecer meus problemas e não ser nada... Mesmo que só por um momento. Eu penso sobre ser nada."



Antes de começar a falar sobre esse quadrinho você precisa saber algumas coisas...

Com a vinda dos X-men do passado para o nosso presente, acabamos descobrindo pela jovem Jean Grey que o nosso Boby Drake, vulgo Homem de Gelo, é gay! O que isso iria impactar para o nosso mutante? Eu diria que não muito, mas acabou sendo o empurrão que ele precisava para se assumir.


Agora, a sua versão do presente, essa que iremos acompanhar ainda está lidando com esses sentimentos conflitantes por estarem escondidos a tanto tempo, e não fica mais fácil se assumir, mesmo tendo uma versão mais jovem sua andando com um namorado inumano – é bem esquisito.

Mas o que eu quero ressaltar é que ele já teve bastante tempo pra dizer isso, na verdade, ele acabou tendo várias namoradas e uma delas é a Kitty Pride, que também está no Instituto Xavier no Central Park.


Esse vai ser um dos pontos bem abordados...

Pra quem não lembra, a Kitty tava no espaço namorando o Senhor das Estrelas, e até fez parte dos Guardiões da Galáxia, e isso ocorreu após o termino dela com o Bobby, o que vai deixar um certo clima entre eles quando ela voltar e descobrir isso, afinal, ela pensava que tinha feito algo errado, e por isso eles não deram certo – eles irão ter uma conversa bem aberta sobre tudo.


É claro que em meio a toda essa pressão ocorrendo na cabeça do Bobby, eu nem diria tanto em se assumir, porque a versão dele jovem já fez isso por os dois, mas ainda será somado um infarto que o seu pai vai ter... Bem tenso, e assim iremos conhecer os pais dele, que são totalmente contra mutantes e com pensamentos retrogradas, bem complicado manter qualquer dialogo com eles.

E podemos ver o quanto o Bobby é isolado deles por essas atitudes, ele não consegue se aproximar deles, mesmo em um momento crítico na saúde do pai, eles meio que o expulsam do hospital por ele acaba salvando uma mutante que estava sendo perseguida por fanáticos anti-mutantes e não serem associados a ele.



Mas o Bobby vai persistir e tentar manter um vínculo com a sua família e quem sabe ele consiga mudar seus pensamentos e fazer que eles sejam mais compreensivos, e, ele possa assumir sua homossexualidade pra eles.

Ah, no meio disso tudo, iremos ter uma missão dele com a Kitty para resgatar um novo mutante, bem problemático alias, mas por outro lado, bem poderoso, com a habilidade de até parar os poderes dos outros... Ele vai dar um pouco de trabalho, mesmo que fique isolado no seu vídeo game no quarto, ele vai acabar se metendo com a irmandade do Magneto e veremos os esforços do Boby para trazer ele de volta para o Instituto.


Resumindo...

“Esse quadrinho é mais para nos mostrar como o Boby está lidando com os sentimentos de as pessoas saberem que ele é gay, e que isso é algo completamente normal, embora ele tenha colocado na sua cabeça anteriormente que não era, e como os seus amigos e família irão lidar com essa revelação. Por outro lado, em meio a esses dilemas teremos algumas batalhas bem legais dele com alguns inimigos conhecidos e um reencontro com os Campeões – não a equipe nova, okay? Mas a da velha guarda.”

sábado, 25 de julho de 2020

[Resenha] Sakamichi no Apollon Vol.5 (Cap. 21 ao 26)


Ficha técnica:

Manga: Sakamichi no Apollon
Volume: #5
Paginas: 189
Ano: 2009
Mangaka: Yuri Kodama
Editora: Flowers Comics


"Ainda havia for, e uma pitada de arrependimento. Conforme o festival cultural se aproximava a cada dia que passava, minha carga de trabalho aumentava e o tempo passou voando. Antes que eu notasse, a distancia entre nós aumentou, mesmo as conversas despretenciosas que costumávamos ter pareciam mais uma coisa do passado."



As coisas entre o Kaoru e o Sentaro acabaram ficando um pouco complicadas com a separação de turmas na escola, não só isso, a paixão do Sem pela a Yurica e quando ele resolveu decidiu participar da banda do Seiji para o festival escolar, o Kaoru se sentiu traido e fez um drama todo e agora os dois estão sem se falar...

Essa nova dinamica entre eles é um pouco estranha, porque, o Kaoru começa a agir como se não tivesse nada errado - mas sem falar com Sentaro, ou mesmo ter ouvido a explicação do garoto estar fazendo isso. Ele continua falando com a Ritsuko, inclusive começa a falar mais com as pessoas da sua sala.


Por outro lado, o Sentaro está realmente sofrendo com essa "separação", ele está na banda do Seije, mas além do pessoal lá tocar um estilo diferente do dele, as coisas são bem superficiais e futeis, convenhamos que uma banda montada apenas para impressionar garotas não teria muito proposito.

De qualquer maneira, não vai ser só isso que irá passar pela cabeça dele, finalmente teremos um ultimato na relação dele com a Yurika, afinal, os dois irão ou não ficar juntos? Porque eles estão enrolando isso a bastante tempo...


Você deve levar em consideração os sentimentos dela em relação ao Junichi, os dois acabaram tendo algo desde a apresentação ao vivo no bar, quando se conheceram, mas é aquela velha historia, ela estava com o Sentaro... Porém, com essa idecisão/timidez, as coisas acabam se complicando pro lado dele, mas será tudo esclarecido nesse volume, relaxem.

Outra coisa sobre romances, parece que a Ritsuko acabou mudando o seu amor, quero dizer, ela sempre foi apaixonada pelo Sentaro desde a infancia, mas ao ver que ele de certa forma não a via da mesma maneira e já tinha o seu coração entregue a outra garota, em pequenos detalhes ela começa a pensar no Kaoru.


Eu sei que essa é uma grande reviravolta para os protagonistas, até mesmo porque o Kaoru já tinha perdido as esperanças e estava fazendo de tudo pra juntar ela com o Sentaro, então eu sei que esses novos sentimentos dela serão expostos tão rapido - porém sigo torcendo pelo casal.

Sobre o festival escolar...

As coisas irão ter um desenrolar bem diferente do que eu estava esperando, digo isso no bom sentido, tá? A banda do Seiji já é uma das atrações mais aguardadas e tem muuuitas garotas esperando para ver eles tocarem, principalmente depois de eles aparecerem com os uniformes iguais a principes.


Entretanto, após tudo isso a amizade dos dois amigos ainda irá sobreviver? Digo isso porque teremos varias reviravoltas, não somente no festival, mas sobre a banda deles de Jazz, o Junichi e a Yurica e como todos se conectam no final.

Resumindo...

"Eu acabei lendo esse volume muito rapido, embora ele não tenha sido o meu favorito até aqui. As coisas se desenrolam de uma maneira bem fluida - no bom sentido. Porém, no festival é quando tudo acontece, e, confesso que fiquei bem feliz com o final que ele levou, mas a parte da Yurica ainda vai render um pouquinho mais - não para o Sen."

quinta-feira, 9 de julho de 2020

O Managá de Haikyuu Chega ao Fim!!!


Fala pessoal!

Provavelmente vocês já me ouviram falar sobre esse anime por aqui, e, posso dizer que é um dos meus favoritos, porém, é com grande alegria que anuncio que ele finalmente chegou ao fim!

Não me entenda errado, ele é otimo, mas, é melhor terminar enquanto a historia ainda está fazendo sentido, não é mesmo? Ainda mais que já vimos bastante da evolução dos personagens e se prolongasse mais iria ficar algo massante.


Embora o mangá esteja encerrando na sua edição 33/34, na edição Weeckly Shounen Jump, na proxima semana, o anime ainda irá continuar por um tempo, tendo o seu retorno em Outubro/2020, devido a paralisação do Covid-19, caso contrario, estariamos com novos episodios esse mês!

Mas e você? Acompanhava o mangá? O que achou da noticia?

terça-feira, 7 de julho de 2020

[Resenha] Detah Note:Tokubetsu Yomikiri (One-shot)


Ficha técnica:

One-shot: Tokubetsu Yomikiri
Mangá: Detah Note
Paginas: 87
Ano: 2020
Mangaka: Tsugumi Ohba
Arte: Takeshi Obata
Editora:


"Um caderno que só pode ser usado para matar pessoas... Qual é a resposta certa pra isso... ?"




Finalmente peguei para ler o novo one-shot de Death Note!

A historia em si me deixou um tanto curioso, afinal, são apenas 87 paginas que o autor usou para nos surprender e trazer algo digno do nome do mangá, isso você pode esperar, também uma certa nostalgia por parte do shinigami Ryuki, relembrando o seu melhor parceiro, Kira.

Iremos acompanha o jovem Minoru Tanaka, conhecido na sua escola por sua inteligencia estrategica, isso seria um qi alto, não necessariamente para as materias normais, porém, isso vai chamar a atenção do Ryuki e fazer ele dar o death note para esse garoto, com a intenção de ter algo tão divertido e levado ao extremo como foi com o Ligth Yagami.


Mas, como eu falei, Minoru é um tanto diferente na sua inteligencia e não vai pegar o caderno assim de primeira, ele pede ao Ryuki que retorne em dois anos, quando ele já teria pensando em como usar o caderno, afinal, os tempos são outros, a segurança no mundo inteiro esta maior, e, é claro com cameras em todos os lugares para evitar um novo Kira.

Eu particularmente achei um tanto genial da parte dele, acabar não se comprometendo com o caderno assim de cara, seria muita responsabilidade que, conseguentemente poderia ter sido usado de maneira leviana e acabar ou sendo descoberto ou morto.


Entretanto, após esses dois anos finalmnete descobrimos os seus planos e, posso falar que me deixou um tanto surpreso, mas fez todo o sentido com relação as 87 papginas como falei.

Minaro não quer ser um assassino, então usar o caderno não é uma opção, porém, ele também não vai querer deixar de tirar proveito disso, e porque não fazer um leilão do death note? Como falei acima, as coisas mudaram e, ele vai ter que usar toda sua inteligencia para conseguir divulgar esse leilão em rede nacional sem ser descoberto.


Ah, antes de terminar a resenha, preciso falar que teremos um novo L, na verdade uma mulher está ocupando o posto atualmente, mas não vai ser tão explorado infelizmente....

Resumindo...

"Esse one-shot cumpre bem o seu papel de trazer uma historia digna da original de Death Note, com um ar de nostalgia misturado com as novidades, afinal, se passaram 10 anos e o Kira é considerado por muitos um Deus agora. Mas focando nessa historia, ela me surpreendeu de varias maneiras, o desfecho dispensa comentarios, foi brutal."
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